Boas Vindas!

Em 23/05/08 dei início ao desenvolvimento deste BLOG, com um objetivo bem definido e que será a base de sustentação do mesmo, ou seja, disponibilizar a você prezado visitante, material que possa lhe trazer alguma UTILIDADE em qualquer segmento. Serei bastante seletivo na escolha do conteúdo, o que proporcionará uma centralização de dados, informações, dicas, artigos, noticias, alterações na legislação, mensagens, etc.. que possam ser ÚTIL no seu dia a dia.

VISITAS AO BLOG

"MESMO QUANDO TUDO PARECE DESABAR, CABE A MIM DECIDIR ENTRE RIR OU CHORAR, IR OU FICAR, DESISTIR OU LUTAR; PORQUE DESCOBRI, NO CAMINHO INCERTO DA VIDA, QUE O MAIS IMPORTANTE É O DECIDIR" - Cora Coralina"

DATA

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Teste a velocidade da Internet

Todo mundo já teve aquela sensação de que, às vezes, a internet está mais lenta do que deveria. Pois bem, usando a própria rede, é possível saber se o seu provedor está fornecendo toda a banda que você contratou. O site Teste Sua Velocidade (http://www.testesuavelocidade.com.br/) realiza a checagem usando velocímetros para tornar a tarefa mais divertida. Para isso, é preciso informar o nome do seu provedor, a velocidade da banda contratada, a cidade do assinante e o número de testes seguidos que deseja fazer. Em seguida, o site começa a medição. Os resultados são apresentados levando em conta critérios como velocidade da conexão banda larga, voz sobre IP (Voip), "streaming" (transferência) de vídeo, "streaming" de áudio e conexões por segundo. Os resultados são classificados como inviável, ruim, bom ou ótimo. No teste realizado pela reportagem, a conexão atingiu a velocidade de 2.735 Kbps para downloads e 328 Kbps para uploads. Com a repetição do teste, o novo número foi de 2.689 Kbps para downloads. A velocidade de upload se manteve estável. O plano contratado era o de 3.000 Kbps ou 3 Megas. Para tirar a prova, a reportagem usou outro serviço. Apesar de o site ser em inglês, os resultados do SpeedTest (http://www.speedtest.net/) se mostraram próximos ao do serviço nacional (2.860 Kbps para downloads e 480 para uploads). A vantagem é que ele também informa quanto tempo um arqivo levaria para ser baixado, além de ter um visual mais limpo.
fonte: Jornal "São Paulo Agora", 16/05/09

domingo, 17 de maio de 2009

Governo vai cobrar IR de poupança com mais de R$ 50 mil

Medida ajuda o BC a continuar cortando os juros, mas complica a aplicação mais popular do país.
O governo federal pretende cobrar Imposto de Renda dos rendimentos da caderneta de poupança a partir de janeiro de 2010. A tributação, que tem como objetivo impedir que grandes investidores migrem para esse tipo de aplicação, incidirá somente sobre depósitos acima de R$ 50 mil. Até que a nova regra entre em vigor, o governo reduzirá o IR dos fundos de investimento - que hoje varia de 15% a 22,5% e deve passar a ter uma alíquota única de 15%. Segundo o Ministério da Fazenda, menos de 1% dos poupadores do país têm saldo acima de R$ 50 mil na caderneta de poupança. A incidência do IR sera somente sobre o valor que ultrapassar esse limite - assim, uma aplicação de R$ 70 mil pagará imposto sobre R$ 20 mil. Hoje, os rendimentos da poupança estão isentos e a alteração precisa ser aprovada pelo Congresso. Os dados referentes a dezembro de 2008 revelam que 894,8 mil contas têm saldo superior a R$ 50 mil. Apesar do pequeno número, esse conjunto de poupadores tem 40,8% de todos os depósitos das cadernetas, o equivalente a R$ 110,5 bilhões. O sistema de tributação da poupança apresentado ontem é complexo porque está ligado à variação da taxa básica de juros, a Selic. O imposto começaria a ser cobrado sempre que a Selic cair abaixo de 10,5% ao ano - hoje ela está em 10,25% ao ano. O tributo aumentaria até chegar à aliquota máxima de 27,5%, no caso de a Selic ficar abaixo de 7,25% ao ano. O pagamento do imposto será feito, para a grande maioria dos poupadores, na declaração anual do IR. Somente cadernetas com rendimento tributável mensal acima do limite de isenção, projetado para ficarem R$ 1.499,15 no ano que vem, pagariam o tributo na fonte. De acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, as mudanças têm como objetivo evitar uma migração de recursos dos fundos para a poupança - a caderneta, que tem juros fixados em lei de 0,5% ao mês, tende a ficar mais rentável do que boa parte dos fundos, cujos rendimentos estão ligados à Selic. Para o governo, isso poderia causar problemas na rolagem de sua dívida. Críticas A mudança na tributação da poupança é criticada por economistas que apontam para opções que não alterariam esse investimento. "O governo quer mudar um modelo que funciona bem em função de uma situação momentânea. É verdade que a migração dos fundos será evitada, mas a um custo para quem confia na poupança como forma de guardar dinheiro", afirma Nelson Luiz Paula de Oliveira, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-PR). Na opinião de Oliveira, a Fazenda poderia simplesmente manter a desoneração dos fundos de investimento após janeiro de 2010. O economista Manuel Enriquez Garcia, professor da FEA/USP e vice-presidente do Conselho Estadual de Economia de São Paulo (Corecon-SP), destaca que a complexidade do modelo de tributação divulgado ontem não se encaixa no perfil da caderneta. "A metodologia é confusa, cheia de redutores e gatilhos. As pessoas investem na poupança porque ela é simples. Mesmo quem conhece bem tributos vai ter dificuldade", afirma. Além disso, Garcia critica o limite de R$ 50 mil escolhido pela Fazenda. "Há muitas contas acima disso, de aposentados que pouparam a vida toda, ou de depósitos judiciais que esperam a liberação, como em casos de inventários", completa. Na opinião de Garcia, o governo deveria ter anunciado apenas a redução da tributação sobre os fundos, que ocorreria de qualquer forma, esperando o fim do ano para ver se seria mesmo necessário mexer na caderneta. "E também poderia pressionar os bancos para baixar as taxas de administração. É claro que eles têm um custo, mas taxas de 4% sobre o patrimônio são herança de um período inflacionário". Para Jackson Sandrini, professor da área de finanças da UFPR, o governo corre o risco de, além de ver uma reação popular contrária às mudanças, ter de em pouco tempo anunciar novas medidas. "As taxas de administração dos fundos continuam altas. Não fiquei convencido de que a tributação será suficiente para resolver o problema", afirma. A sugestão de Sandrini é que a poupança volte a ser uma aplicação como correção trimestral, em vez de mensal. ALTERAÇÕES Depois de muita discussão, o governo definiu as alterações nas regras da poupança. Parte dos rendimentos sofrerá desconto do Imposto de Renda. > O rendimento sobre o saldo de até R$ 50 mil continua isento de IR. > O rendimento sobre o saldo que ultrapassar R$ 50 mil será tributado. A parcela que será tributada vai depender da taxa de juros Selic vigente naquele mês. Quanto menor a taxa, maior a parcela do rendimento que sofrerá desconto do IR; Taxa Selic Parcela do rendimento que será tributada - até 7,25 %..............= 100 % - até 7,75 %..............= 80 % - até 8,25 %..............= 60 % - até 8,75 %..............= 40 % - até 10,00 %............= 30 % - até 10,50 %............= 20 % - acima de 10,50 %.....= 0 % O desconto do IR pode ocorre na fonte ou na declaração anual. > NA FONTE: em 2010, só aplicações com rendimento superior a R$ 1.499,15 por mês terão o Imposto de Renda descontado diretamente na fonte. Por exemplo, com juros em 9% ao ano, só um aplicador que tiver mais de R$ 1,049 milhão depositado sofrerá retenção nafonte. > NA DECLARAÇÃO: quando o rendimento for inferior a R$ 1.499,15, o desconto ocorrerá somente na declaração de IR que o contribuinte fará no ano seguinte. Para tanto, ele terá de informar, na declaração, o rendimento bruto da caderneta de todos os meses do ano a que se refere a declaração. Se o contribuinte tiver mais de uma conta de poupança, ou se seus dependentes também tiverem conta de poupança, será preciso somar o valor total dos rendimentos dessas contas, para cada mês. Com base nas informações, o sistema da receita vai calcular o imposto devido.
fonte: Jornal "Gazeta do Povo", Curitiba - 14/05/09

sábado, 16 de maio de 2009

O sonho da casa própria vai virar realidade para milhões de brasileiros

O Governo Federal está investindo R$ 34 bilhões para que milhões de brasileiros tenham acesso à casa própria.
O Minha Casa, Minha Vida viabiliza a construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda de até 10 salários mínimos, em parceria com estados, municípios e iniciativa privada, vai impulsionar a economia, gerar empregos e trazer reflexos positivos para toda a sociedade. Enquanto muitos países diminuem os investimentos por conta da crise financeira internacional, o Brasil gera novas oportunidades de desenvolvimento para que a roda da economia continue a girar. Familias beneficiadas e principais benefícios: > Famílias com renda até 3 salários mínimos Subsídio integral com isenção do seguro > Famílias com renda de 3 a 6 salários mínimos Aumento do subsídio parcial em financiamentos com redução dos custos do seguro e acesso ao Fundo Garantidor > Famílias com renda de 6 a 10 salários mínimos Estímulo à compra com redução dos custos do seguro e acesso ao Fundo Garantidor O Minha Casa, Minha vida vai compatibilizar a prestação da casa própria com a capacidade de pagamento da família: . Pagamento da 1ª prestação somente na entrega do imóvel . Pagamento opcional de entrada nos casos de financiamento . Comprometimento máximo de 20% da renda para financiamento . Fundo Garantidor: redução do risco do financiamento . Barateamento do seguro . Desonerações de custos cartoriais . Desoneração fiscal: redução da alíquota do Regime Especial de Tributação da Construção Civil (RET) de 7% para 1%, substituindo a incidência de PIS, COFINS, IRPJ e CSL. Para facilitar a compra do imóvel, a Caixa lançou um site específico, que traz anúncios com a descrição dos imóveis à venda, simulador habitacional e calculadora de renda familiar. O portal oferece, ainda, a lista com os documentos necessários para aquisição da casa própria e permite o preenchimento eletrônico dos formulários necessários para o financiamento. NO SITE DO FEIRÃO É possível ver os imóveis e fazer simulações de financiamento. 1 - Entre no endereço (http://www.feiraohabitacaocaixa.com.br/index.aspx); 2 - Em seguida, clique na cidade em que deseja adquirir o imóvel; 3 - Na tela seguinte, haverá informações de quantas pessoas já visitaram o site, além dos links, na parte de cima da tela "Eu Posso", "Meu Financiamento", "Escolha seu Imóvel" e "Quais os Documentos"; 4 - Para ver a lista dos imóveis, clique em "Escolha seu Imóvel"; 5 - Será preciso colocar a renda de todos os integrantes da família, que moram na mesma casa; 6 - Abaixo, o visitante poderá colocar a data de nascimento do participante de maior idade; 7 - Em seguida, será possível pesquisar o imóvel por cidade e bairro, por exemplo; 8 - No lado direito da tela, haverá um item chamado "Minha Pasta". Nele, o mutuário poderá ver as informações solicitadas e os imóveis selecionados; 9 - No site, também é possível ver os tipos de financiamento oferecidos pela Caixa, com a grana da poupança ou com a do FGTS. CHECK LIST Veja os documentos necessários para pedir financiamento na Caixa: > Documentos de identidade e CPF; > Comprovante de residência; > Os três últimos comprovantes de renda; > Para renda informal, são necessários extratos bancários dos últimos três meses e fatura do cartão de crédito; > Na sequência, serão pedidos outros documentos, como certidão de casamento, cópia do cartão do PIS e declaração do Imposto de Renda; LINHAS A Caixa trabalha com três modalidades principais de crédito: 1 - MINHA CASA O programa financia imóveis novos com valores de até R$ 100 mil (para cidades com mais de 500 mil habitantes). É direcionado a famílias com renda de até dez salários mínimos (R$ 4.650) e tem taxas de juros nominais de 5% a 8,16% ao ano. O prazo mínimo é de 120 meses e o máximo, de 360 meses. 2 - POUPANÇA As linhas que usam recursos da poupança têm duas modalidades. Uma está dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e é direcionada a imóveis de até R$ 500 mil, com taxas de juros pós ou pré-fixadas que hoje vão de 9,4% a 12,3% ao ano (efetivas). Fora do SFH, a linha é para compras acima de R$ 500 mil, com taxas pós-fixadas. 3 - FGTS Pessoas com contas do FGTS têm acesso a uma linha para compra de imóveis de até R$ 500 mil e valor financiado de até R$ 450 mil. As taxas de juros nominais vão de 8,6% a 9% ao ano. A conta do fundo precisa estar ativa por no mínimo três anos - as inativas precisam ter saldo de 10% do valor do imóvel. Link para o site Minha Casa, Minha Vida: (http://www.minhacasaminhavida.gov.br)
fontes: Site Minha Casa, Minha Vida .
Jornal "Gazeta do Povo", Curitiba - 15/05/09.
Jornal "São Paulo Agora" - 16/05/09

ENEM - MEC divulga matriz com conteúdos do Exame

Já está disponível no site do Ministério da Educação a matriz da prova do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) (http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=13318&Itemid=310). O documento, que vai orientar o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) na elaboração da prova, traz também a lista dos conteúdos que serão cobrados. Estudantes e professores podem acessar o material para conhecer mais sobre o novo formato do exame que irá substituir o vestibular tradicional em parte das universidades federais.
A matriz está organizada a partir de quatro áreas do conhecimento: linguagem, ciências da natureza, ciências humanas e matemática. A prova será formada por 50 questõesde múltipla escolha para cada uma dessas áreas, além de uma redação. A presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Maria Auxiliadora Seabra, afirmou que para não prejudicar os estudantes que já estão cursando o ensino médio, o conteúdo que será cobrado na prova do novo Enem não terá grandes mudanças em relação ao modelo atual.
Futuramente, o Consed irá formar uma comissão de especialistas para estudar quais são as mudanças possíveis nos conteúdos exigidos na prova. Após a aprovação da matriz pelo comitê responsável pela elaboração do novo Enem, o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que o que muda não são os conteúdos, mas a "forma de perguntar".
fonte: Jornaldo Estado, Curitiba - 15/05/09

Tabela do DPVAT coloca preço em partes do corpo

Indenizações por acidentes de trânsito serão pagas com base na nova tabela.
Objetivo é reduzir custos com ações judiciais.
As indenizações pagas por invalidez permanente nos acidentes de trânsito pelo Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) agora têm uma tabela com valor para cada parte do corpo humano. Os valores são porcentagens do pagamento máximo de R$ 13,5 mil: R$ 1.350 (10%), R$ 3.375 (25%), R$ 6.750 (50%), R$ 9.450 (70%) e R$ 13.500 (100%). Como exemplo, a perda de um membro superior (braço ou mão) vale R$ 9.450, a surdez R$ 6.750 e um dedo R$ 1.350. As novas regras foram aprovadas quarta feira pelo Senado. Elas já estão em vigor desde o dia 16 de dezembro, com a edição da Medida Provisória 451/2008, mas, para alterar de vez a lei do DPVAT, o texto aprovado precisa da sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Márcio Norton, diretor de relações institucionais da Seguradora Líder, que administra o grupo de seguradoras responsáveis pelo DPVAT, a adoção de uma tabela própria vai reduzir custos das seguradoras. Ela vai substituir os valores usados hoje, com base em tabelas de seguro de acidentes pessoais, acidentes de trabalho e a classificação internacional de doenças. "A omissão era suplementada por outras tabelas - isso causava muita dificuldade. Era uma complicação para os médicos, com conceitos muito subjetivos. Elas davam margem para interpretações diferentes. Isso aumentou muito o número de ações judiciais", diz. Norton afirma que a nova tabela é melhor para o segurado. "Ela aumentou alguns porcentuais e acrescentou outros danos. O número de indenizações pagas vai aumentar, mas o ganho é evitar as despesas com as ações judiciais", avalia. Antes das mudanças, o teto de R$ 13,5 mil havia virado regra com as ações judiciais, gerando outras despesas para as seguradoras, como perícias, custas e honorários nas perdas de ações. Novidades O DPVAT vai indenizar agora a perda do baço com R$ 1.350 e a perda residual de um membro, também com R$ 1.350. Neste caso, o perito poderá determinar indenização para o encurtamento de uma perna a partir de um centímetro, o que não era possível antes. Já para a invalidez parcial, a mudança prevê redução proporcional correspondente a 75%, 50% e 25% dos valores da tabela do DPVAT para perdas de repercussão intensa, média e leve, respectivamente. Segundo Márcio Norton, as novas regras vão garantir sobrevida ao DPVAT e os valores de indenização podem aumentar no futuro. "Ele é um seguro social e o seu pagamento independe de culpa" - basta ter o dano oriundo de um acidente de trânsito. "À medida em que as fraudes diminuírem e os acidentes caírem, o valor dos benefícios pode aumentar", diz. Com as mudanças, os hospitais que têm convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS) não vai mais receber a quantia de R$ 2,7 mil por serviços médicos e hospitalares, e o Instituto Médico-Legal (IML) passa a ter prazo de 90 dias para elaborar os laudos por invalidez - antes não havia tempo estabelecido. SERVIÇO Para receber o DPVAT, a vítima deve procurar o IML, fazer a perícia e depois apresentar os documentos na seguradora escolhida. O prazo é de até três anos após o acidente. A lista das seguradoras e mais informações podem ser obtidas no site (http://www.dpvatseguro.com.br/). VALORES DEFINIDOS A nova tabela do DPVAT estabelece quanitas a serem pagas como indenização por acidente de trânsito conforme a parte do corpo afetada. O teto é de R$ 13.500 e os demais são porcentagens desse valor. > R$ 13.500 (100%) . Perda de ambos os membros superiores ou inferiores. . Perda completa da visão em ambos os olhos (cegueira bilateral). . Perda de um membro superior e de um membro inferior. . Lesões neurológicas:
a) dano cognitivo-comportamental alienante;
b) impedimento do senso de orientação espacial e/ou do livre deslocamento corporal; c) perda completa do controle esfincteriano; d) comprometimento de função vital ou autonômica. . Lesões de órgãos e estruturas crânio-faciais, cervicais, torácicos, abdominais, pélvicos ou retro-peritoneais comprometendo funções vitais; . Perda de ambas as mãos ou de ambos os pés; > R$ 9.450 (70%) . Perda de um dos membros superiores e/ou de uma das mãos; . Perda de um dos membros inferiores; > R$ 6.750 (50%) . Perda auditiva total bilateral (surdez completa) ou da fonação (mudez completa) ou da visão de um olho. . Perda de um dos pés; > R$ 3.375 (25%) . Perda completa da mobilidade de um dos ombros, cotovelos, punhos ou dedo polegar; . Perda completa da mobilidade de um joelho, tornozelo ou quadril; . Perda completa da mobilidade de um segmento da colunavertebral, exceto o sacral; > R$ 1.350 (10%) . Perda completa de qualquer um dos dedos do pé; . Perda integral (retirada cirúrgica) do baço; . Perda completa de qualquer dos dedos da mão, exceto o polegar;
fonte: Jornal "Gazeta do Povo", Curitiba - 15/05/09

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Imóveis - Busca por consórcio cresce 69%

Nova lei, que entrou em vigor em fevereiro, ajudou a reverter números ruins do setor no início do ano.
Administradoras preveem alta de 40% em 2009.
A nova lei dos consórcios, que entrou em vigor no início de fevereiro permitindo ao usuário contemplado quitar financiamentos imobiliários com a carta de crédito, causou uma reviravolta neste mercado. No primeiro bimestre, em função da crise, a venda de novas cotas sofreu queda de 16,6% em todo o país, a primeira retração após mais de cem meses de crescimento consecutivo. Foram 25 mil cotas vendidas para aquisição de imóveis em janeiro e fevereiro, contra 30 mil no mesmo período do ano passado. Já em março, após a vigência da nova lei, as vendas atingiram 22,3 mil, acelerando 69% na comparação com fevereiro (13,2 mil) e trazendo o resultado do primeiro trimestre de volta para o campo positivo, com crescimento de 3,2% sobre 2008. Os dados são da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. Essa recuperação levou o setor a prever um crescimento de 40% nos resultados de 2009. COMO FUNCIONA Entenda o funcionamento do sistema de consórcio para aquisição de um bem: 1 - Os consorciados (cotistas), contribuem com uma parcela destinada à formação de poupança comum. Todos os participantes do grupo têm assegurado o direito de utilizar essa poupança para a aquisição do bem para o qual foi formado o grupo. 2 - A contemplação é a atribuição ao consorciado do crédito para a aquisição de bem ou serviço. Modalidades de contemplação: . Sorteio: todo mês, através de sorteio, um cotista ativo do grupo é contemplado. O consorciado é excluído e os restantes concorrem em igualdade de condições no próximo sorteio. . Lance: também é admitida a contemplação mediante o oferecimento de lance pelos consorciados ativos. Os critérios para oferta e desempate de lances serão definidos em contrato. No caso de Consórcio de imóvel residencial, o consorciado pode utilizar o saldo da sua conta do FGTS para ofertar o lance. 3 - Uma vez contemplado, o cotista poderá utilizar a carta de crédito para adquirir o bem. Para utilizar o crédito, o consorciado deverá apresentar garantias ao grupo, que estarão indicadas no contrato. O contemplado poderá destinar o crédito para a quitação total de financiamento de sua titularidade, sujeita à prévia anuência da administradora e ao atendimento de condições estabelecidas no contrato de consórcio. O consorciado contemplado poderá, ainda, solicitar a conversão do crédito em dinheiro, após 180 dias da contemplação. Para tanto, deverá pagar integralmente o débito junto ao grupo e à administradora, cujo valor poderá ser deduzido do crédito a que tem direito. PRÓS E CONTRAS Veja as vantagens e desvantagens do consórcio em relação ao financiamento para aquisição da casa própria: VANTAGENS > Juros O consórcio não prevê a incidência de juros sobre o valor do bem. Além da mensalidade, o consorciado paga uma taxa de administração proporcional ao valor da parcela. > Lance É possível utilizar o saldo do FGTS para dar como lance para ser contemplado em um grupo. > Adiantamento As parcelas pagas antecipadamente são válidas como lance. DESVANTAGENS > Incerteza O consorciado não recebe o imóvel de imediato. Fica dependendo dos sorteios ou da contemplação através de um lance. > Inadimplência Ao contrário do financiamento, no consórcio a inadimplência de algum outro consorciado pode ter impactos negativos para todo o grupo. > Desistência A desistência em um grupo pode custar caro, já que existe uma multa por rescisão contratual. A nova lei prevê o reembolso das parcelas pagas, mas isso fica sujeito ao fluxo de caixa dos grupos.
fonte: Jornal "Gazeta do Povo", Curitiba - 11/05/09

terça-feira, 12 de maio de 2009

Em casa remédios são vilões

Os medicamentos são a principal causa de intoxicação das crianças
O alerta sobre o perigo dos medicamentos em casas com crianças também vem do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox). Dados de 2006, os mais recentes, mostram que quase um terço das pessoas intoxicadas são crianças e os remédios são os grandes vilões. No mesmo ano, quase 20 crianças e adolescentes morreram pela ingestão acidental dessas substâncias. Especialista revelam que há duas formas principais de intoxicação. Na primeira, a criança ingere o medicamento espontaneamente por acidente, pensando que são balas, por exemplo. Na segunda, os pais são os responsáveis pela superdosagem. A coordenadora do Sinitox, Rosany Bochner, afirma que o maior número de intoxicações ocorre com medicamentos que as crianças têm em casa, como analgésicos e antigripais. No Rio Grande do Sul, estado que tem informações mais detalhadas, de 9.245 casos, 2.455 envolviam crianças menores de 6 anos e quase 500 tomaram analgésicos ou antialérgicos. Ela relata que uma pesquisa com famílias cariocas constatou que em média cada residências tinha 40 medicamentos diferentes. "As pessoas têm uma falsa ilusão de que assim estarão seguras, mas remédios não foram feitos para se ter em casa. Principalmente quando há crianças". A coordenadora do curso de Farmácia da Faculdade Pequeno Príncipe, Rosiane Guetter Mello Zibertti, lembra que os pais devem evitar a automedicação e estar atentos às doses receitadas. "Isso é um grave problema de saúde pública, muitas vezes a intoxicação pode afetar o desenvolvimento da criança, já que ela ainda não está totalmente formada." CUIDADOS Veja como evitar acidentes: > ARMAZENAMENTO . Mantenha todos os produtos tóxicos em local seguro e trancado, fora do alcance das mãos e dos olhos das crianças, de modo a não despertar sua curiosidade. . Os remédios são ingeridos por crianças que os encontram em local de fácil acesso, deixados pelo adulto. . Descarte remédios vencidos; não guarde restos de medicamentos; despeje o conteúdo no vaso sanitário ou na pia e lave a embalagem antes de descartá-la; nunca coloque a embalagem com o seu conteúdo na lixeira. > USO . Nunca deixe de ler o rótulo ou a bula antes de usar qualquer medicamento. Se não entender, pergunte ao seu médico. . Não dê remédio no escuro para que não haja trocas perigosas. . Não utilize sem orientação médica. . Mantenha-os nas embalagens originais. . Cuidado com remédios de uso infantil e de adulto com embalagens muito parecidas; erros de identificação podem causar intoxicações graves e, às vezes fatais. . Nunca usa medicamentos com prazo de validade vencida. > ATRAÇÃO FATAL . É importante que a criança aprenda que remédio não é bala, doce ou refresco; quando sozinha, ela poderá ingerir o medicamento; lembre-se: remédio é remédio. . Evite tomar remédio na frente de crianças. . Pilulas coloridas, embalagens e garrafas bonitas, brilhantes e atraentes, odor e sabor adocicados despertam a atenção das crianças; não estimule essa curiosidade.
fonte: Jornal "Gazeta do Povo", Curitiba - 05/05/09

INDICE GERAL DAS POSTAGENS